Meu caso de amor com "Will & Grace"
(ou seria com Jack & Karen?)
Amém para o dia em que entrei na Americanas de mal com a vida e, num impulso divino, levei para casa aquele lindo box de uma série que eu só tinha ouvido (vagamente) falar, só por que estava custando a pechincha de 9,90 dilminhas. Valeu a pena!
E como!
Meu encantamento pela série foi quase que imediato. O mundo gay sendo representada de uma forma tão bacana me encheu de amor, e me apaixonei de pronto pelos quatro personagens, sobretudo pelos dois coadjuvantes. Jack e Karen roubam em muitos momentos a cena, e completam o charme da série.
E como!
Meu encantamento pela série foi quase que imediato. O mundo gay sendo representada de uma forma tão bacana me encheu de amor, e me apaixonei de pronto pelos quatro personagens, sobretudo pelos dois coadjuvantes. Jack e Karen roubam em muitos momentos a cena, e completam o charme da série.
Não que o Will e a Grace não sejam também fantásticos, mas com o brilho de Jack e Karen, de vez em quando eles ficam meio... apagadinhos. Na real, acho que os quatro se completam de forma perfeita.
A 2ª temporada dessa maravilha de série caiu no meu colo pelas mãos do destino. Sou uma assídua visitante de sebos, e em um belo dia, acabei encontrando a 2ª e a 3ª temporada por acaso, novamente por um precinho camarada. Como eu estava falida até mesmo para precinhos camaradas, acionei o amigo cartão de crédito e fomos felizes para sempre.
Vamos ao panorama geral de Will & Grace, para quem não tem a mínima ideia do que estou falando: Will Truman e Grace Adler são melhores amigos que moram em Nova York (amém para séries que se passam na cidade mais maravilhosa do mundo!). Ele é um advogado gay, ela uma design de interiores. Os dois se apoiam, brigam, se ajudam, brigam de novo, e se entendem, aos trancos e barracos em Manhattan. Ao lado deles estão Jack McFarland (just Jack!), amigo, também gay de Will, fã extremo de Cher, e que ajudou Will a sair do armário. Logo no início da série, Jack torna-se muito próximo da socialite-alcóolatra-ricaça de voz estridente Karen Walker ("normally my motto is drugs, not hugs"). Karen trabalha por esporte na empresa de Grace, a Grace Adler Designs. Na verdade, é mais fácil dizer que ela faz figuração por lá, já que ela normalmente mais atrapalha do que ajuda. E sem falar nas participações (mais do que) especiais, que aconteceram ao longo da série. Por exemplo, Debbie Reynolds, que perdemos recentemente, interpretou a mãe de Grace de maneira impagável!
Will and Grace é uma série leve, divertida e que teve um papel muito importante para a causa LGBT nos Estados Unidos, ao familiarizar o mundo gay para o grande público. E também me ajudou a ultrapassar uma fase muito difícil da minha vida, me garantindo boas e verdadeiras risadas numa época em que isso parecia impossível para mim.
Provavelmente falarei mais sobre essa série incrível nesse recém-nascido blog, mas por enquanto só queria gritar meu amor aos quatro ventos. E olha que eu só estou na segunda temporada. E eles estão de volta à televisão americana para uma nova temporada estreiando em breve!
Vem muito mais amor por aí. E risadas. E Jack!
P.S.: dedico esse post a um amigo que ama essa série tanto quando eu. Ele sabe!







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